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Metas e emoções: Quando eu quero, será que posso?

Hoje li um artigo muito interessante do Dr. Sérgio Ricardo, no qual me inspirei para falar sobre. E o assunto é pra lá de legal, pelo menos pra mim, que sofro com baixa auto estima. — para ler o artigo na íntegra e sem edição, clique aqui

E hoje quero falar sobre como a confiança em si mesmo pode nos ajudar a estabelecer metas e cumprir nossos objetivos sem olhar se a grama (neste caso o caminho) do vizinho é mais verdinha.

Olhe o seu “caminho”, trace sua rota e persista! Imagem: Reprodução da Internet

E segundo o Dr. Sérgio, uma questão em relação a metas e objetivos que é ignorada, e que o problema, é que essa questão é um dos principais motivos para uma meta fracassar.

Normalmente, ao definir uma meta sugere-se ser o mais claro possível, vamos supor 2 exemplos:

Maria Abadia tem 38 anos e 83 quilos, decidiu que em 25 de julho de 2018 vai começar um programa de reeducação alimentar para, em seu aniversário, dia 25 de setembro de 2018 estar com 77 quilos.

• Paulo Fernandes tem 47 anos e possui uma loja de roupas no Centro do Rio de Janeiro. Ele decidiu que no período entre 28 de junho de 2018 até 28 de julho de 2018, ele irá aumentar o faturamento da empresa em 10% a mais que o faturamento do mesmo período do ano passado.

Podemos observar que os dois exemplos estão bem estruturados, racionais e de fácil entendimento pois tem o prazo inicial e o prazo final, estes facilmente vistos no calendário e o objetivo final específico para ser de fácil identificação se concluiu ou não a meta.

Mas, se é racional, facilmente colocado em calendário ou planilhas empresariais/financeiras, porque mesmo assim muitas pessoas não conseguem conquistar?

O doutor Sérgio continua:

– Porque falta a parte emocional da meta. Pois é importante perceber, que em nossos 2 exemplos, as pessoas que definiriam as metas realmente desejam os resultados esperados: Maria quer emagrecer e Fernandes quer aumentar o faturamento.

Entretanto, é real pensar que Maria já se acostumou a viver com seu peso e Fernandes deve viver bem com seu faturamento atual. E que eles podem ser facilmente vencidos pelas tentações: a pizza e o refrigerante no final de semana da Maria, ou aquelas ligações aos clientes que ficaram de dar resposta que podem ser deixadas para depois do Fernandes. Durante esse caminho vão ocorrer tentações e até mesmo algumas dificuldades. E é por isso, que metas totalmente racionais sem um peso emocional não funcionam tão bem, já que ao definir sua meta, você deve ter certeza de que falhar com a meta não é uma opção.

Maria, por exemplo, deve pensar além, e ter uma clara noção de qual vai ser a primeira roupa que ela vai usar, ao adquirir o peso desejado. Vai ser um vestido novo? Uma saia da moda ou aquele jeans que já não entra a muitos anos?

Qual vai ser a primeira coisa que Maria vai falar ao subir na balança e ver seu peso desejado? O que ela vai pensar ao ver que conquistou a meta? Que superou todos os obstáculos que foram surgindo ao longo das semanas? Que ela foi mais forte que as tentações?

Maria consegue se imaginar olhando para o espelho e vendo uma Maria mais bonita, mais magra? Maria consegue se imaginar com uma saúde melhor? Brincando com sua sobrinha de 3 anos, Júlia, e se sentindo mais disposta por causa de sua nova educação alimentar?

É muito importante que esses cenários mentais estejam claros ao definir sua meta, você precisa ter certeza de que falhar com a meta não é uma opção.

No caso do Fernandes, ele já vive bem com sua família com o faturamento atual de sua loja. Aumentar seu faturamento não vai gerar grandes mudanças em sua vida. Perceba como Fernandes precisa de uma motivação muito mais emocional do que a racional que ele já definiu corretamente?

Fernandes precisa saber exatamente o que ele vai fazer com esse faturamento extra. Ele consegue se imaginar olhando os relatórios e analisando que conquistou seu aumento? Por que é importante para o Fernandes esse aumento? Ele vai investir em um melhor ambiente para seus clientes? Para que seus clientes se sintam completamente especiais ao entrarem na loja?

Quem vai ser a primeira pessoa que Fernandes vai comunicar a conquista de sua meta? Que superou o cansaço, a procrastinação e conquistou sua meta? Fernandes vai investir em publicidade para mudar a vida (para melhor) de um maior número de clientes?

“Eu quero colocar uma marca no universo” – Steve Jobs

Eu quero, eu posso e eu consigo! Imagem: Reprodução da Internet

Você consegue ver a diferença de como é muito mais forte quando juntamos uma meta emocional com uma meta racional? É muito importante definir claramente o peso emocional em sua meta, porque apenas assim você vai enfrentar e superar os obstáculos que vão surgir.

Legal né? Que tal então começarmos hoje a colocar no papel nossos desejos e metas, mas também na nossa mente que é possível: Que se eu quero, eu posso, eu vou conseguir? Rumo aos resultados a uma vida mais significante e mais feliz!

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A vida amorosa das pessoas com deficiência

Falar sobre questões que envolvem pessoas com deficiência sempre foi um desafio, já que sempre vive esbarrando nas mais diversas áreas, sendo elas científicas, educacionais, éticas e até culturais.

E quando o assunto é amor e relacionamentos infelizmente entramos também no campo da estética e das vaidades humanas. Tanto é que em 2012, a BBC transmitiu um programa que falava do relacionamento das pessoas com deficiência. E foi o constatado que o preconceito existe, já que em determinada pesquisa, ficou constatado pelo jornal britânico The Observer, que 70% dos entrevistados disseram que não fariam sexo com uma pessoa com deficiente.

Imagem: Reprodução da Internet

Mas as coisas estão mudando. E de acordo com o site “Sem Barreiras”, a internet tem contribuído para que um grande número de pessoas com deficiências encontrem seus amores e parceiros nos sites de namoro e relacionamentos. Isto porque os primeiros contatos virtuais por e-mails e outras formas de bate-papo via computador eliminam o impacto inicial, o estigma, os preconceitos herdados culturalmente de quem vê uma pessoa com deficiência pela primeira vez.

Imagem: Reprodução da Internet

De modo algum devemos estranhar o namorar de alguém deficiência, desde que esse alguém não seja também “deficiente”. Pois na minha família mesmo tem pessoas com deficiência visual que são casadas com outras pessoas com deficiência visual, e eu conheço pessoas surdas que são casadas com outros surdos. O que não quer dizer que não existam casais em que um possuem alguma deficiência e o outro não. Ou seja não quer dizer uma pessoa com deficiência física, auditiva, visual ou outra vai se interessar apenas por pessoas com a mesma deficiência, como se todos os outros aspectos, como gostos, afinidades, idade fossem nulos ou banais, bastava os dois ter alguma deficiência. 

Deficiência não define caráter e da mesma forma que dinheiro define felicidade. O mais importante é focar na pessoa e não na sua deficiência. Até por que muitas delas são super estudiosos, comunicativos, gostam de festas, cinema, bar e shopping. Ou seja, agem como pessoas comuns sem deficiência. Devemos pensar que o amor e dificuldades nos relacionamentos existem na “saúde e na doença”.

E parafraseando Mila Correa do site Lugar de Mulher, eu também tenho a felicidade de conviver com pessoas com deficiência de todos os jeitos e posso ver que elas são perfeitamente capazes de ter qualquer tipo de relacionamento, quando se tem uma chance. Mas, enquanto muitas pessoas ainda nos enxergarem como seres de outro mundo, ficaremos a mercê desses julgamentos sobre nosso lugar e sobre o que nos é permitido.

Não há como diminuir atitudes preconceituosas como essas enquanto cada um não admitir os seus próprios preconceitos para com as pessoas com deficiência e coibi-los. Enquanto as pessoas ainda apresentarem dificuldade para ver além da nossa deficiência, sem também ignora-la, teremos comportamentos absurdos sentidos na pele, já que a opressão estão ao nosso lado, e o preconceito está no nosso dia-dia.

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Exercícios Físicos para se fazer em casa

Reprodução/ Organize sem Frescuras

De todas as incertezas na nossa vida, uma é certa: Quem acha que ouvir, “eu te amo” é bom, nunca ouviu; “como você emagreceu”. 

Pois é, todo mundo quer ter uma melhor qualidade de vida, de modo que sempre estão atrás de dicas para emagrecer, e para viver melhor e se for economizar, melhor ainda.
Por isso, o nosso parceiro Givanildo Matias, Personal Trainer e Educador Físico especializado em emagrecimento e condicionamento físico, criou um treino que pode ser feito em casa, por pessoas iniciantes*, usando itens que todo mundo tem.
Então vamos sair do chão? Confira os treinos e que venha uma vida mais feliz e mais significativa:
Exercício 1: Aquecimento: Corrida Estacionada
Duração: 30 segundos
Como fazer: Em pé, corpo ereto, cotovelos flexionados, corra sem sair do lugar, por apenas 30 segundos, em velocidade lenta para moderada. Respeite o limite do seu corpo.
Descanso: 30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Exercício 2: Agachamento com cabo de vassoura
Duração: 30 segundos
Como fazer: Em pé, afaste os pés, um pouco além da largura do corpo, pontas dos dedos para frente. Apoie as mãos no cabo de vassoura, que deve estar a sua frente, e realize o agachamento, até os joelhos formarem um ângulo de 90 graus com o chão. Não desça mais e mantenha a coluna e o pescoço eretos, olhando para o horizonte, com os braços na mesma posição, segurando o cabo de vassoura.
Descanso: 30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Exercício 3: Tríceps Francês com garrafa pet
Duração: Dez movimentos com cada braço
Como fazer: Em pé, pés afastados na largura do corpo. Segure uma garrafa cheia de água (de 500 ml) ou um pacote de feijão na mão direita. Eleve os braços acima da cabeça e segure o cotovelo direito com a mão esquerda. Faça movimentos de elevar e abaixar a garrafa de água, transportando-a por trás da cabeça. Repita o movimento dez vezes. Faça o mesmo com o outro braço.
Descanso:30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Exercício 4: Polichinelo
Duração: 30 segundos
Como fazer: Em pé, corpo ereto, pés próximos, braços ao lado do corpo, cabeça reta, prepare-se para saltar.
Realize saltos, sem intervalo, abrindo as pernas e elevando os braços acima da cabeça, até os polegares se encontrarem (como na foto).
Descanso: 30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Exercício 5: Rosca Arnold (para o bíceps) com pacote de feijão ou açúcar
Duração: Dez movimentos
Como fazer: Em pé, pés afastados na largura do corpo. Segure uma garrafa cheia de água (de 500 ml) ou um pacote de feijão (ou açúcar, ou arroz, qualquer um de 1 kg) em cada mão. Com as palmas viradas para cima, eleve apenas os cotovelos (mãos em direção aos ombros), em dez suaves movimentos. Cuidado para manter o braço parado, apenas o antebraço se move.
Descanso: 30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Exercício 6: Abdominal chunch com elevação de pernas
Duração: 30 segundos
Como fazer: Deitado de costas numa superfície reta (colchonete ou piso), coloque as mãos sob a cabeça, com os cotovelos alinhados aos ombros. Eleve os joelhos na altura da cintura e forme um ângulo de 90 graus com as pernas, mantendo os dedos dos pés apontados para cima (como na foto). Contraia o abdômen.
Eleve levemente o tronco, sem forçar o pescoço ou os braços: quem deve trabalhar é seu abdômen, que está contraído. É importante tentar não mexer muito as pernas neste exercício, elas são o apoio para você trabalhar os músculos abdominais.
Descanso:30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Exercício 7: Flexão de tronco com garrafa pet ou pacote de alimento
Duração: Dez movimentos
Como fazer: Em pé, pés afastados na largura do corpo. Segure uma garrafa cheia de água (de 500 ml) ou um pacote de feijão em cada mão. Flexione o tronco, levando as mãos em direção aos pés. Desça lentamente, sem forçar a coluna ou flexionar os joelhos. Volte à posição inicial lentamente. Repita o movimento por dez vezes.
Descanso:30 segundos – Após a realização do exercício, realize uma pausa, em pé, de 30 segundos.
Sobre Givanildo Matias
O Educador Físico Givanildo Matias, fundador da rede de academias Hiit20, é graduado em Educação Física pela UNICID, pós-graduado em Fisiologia do Exercício pelo ICB-USP, pós-graduado em Gestão Empresarial pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Conselheiro da Sociedade Brasileira de Personal Trainers, palestrante, colunista de veículos de comunicação e autor do livro “Personal Trainer – Como Alavancar suas Vendas e Gerir seu Negócio”. Empreendedor, Matias criou a Test Trainer, primeira rede de franquias de personal trainers do Brasil e, agora, inicia a expansão por franquias da Hiit20, primeira franquia especializada em emagrecimento do Brasil.
*Como todo exercício físico, este também precisa de orientação médica para ser praticado e quem tem lesões nos joelhos, coluna ou ombro, são hipertensos, cardíacos ou possuem outras contraindicações médicas precisam ser avaliados por seus médicos antes de aderirem à modalidade.
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O que seria tatuado na nossa testa?

Estou inspirado! 

Tal inspiração se deu após a leitura de um artigo bem reflexivo: “ESSA MODA DE TATUAR BANDIDO SERVE PARA CORRUPTO TAMBÉM?” que foi escrito pela da carioca, professora e psicóloga clínica: Mônica Raouf El Bayeh*.

Todos nós já sabemos, do “de menor”, que após ter roubado uma bicicleta de um homem também pobre, e sem perna foi acusado de ser ladrão e vacilão, e que teve essas mesmas palavras tatuadas em sua testa. Aí foi que dois vizinhos resolveram fazer justiça com as próprias mãos.

O que vocês acharam dessa história? Será que  “Bem feito?”, “Mereceu?”, “Achei pouco!”, foram um dos pensamentos que passaram pela vossas mentes? Ou: “Que barbaridade!”, Não se faz justiça com as próprias mãos!” ou coisa do tipo?

Esta tatuagem está no braço, mas bem que poderia ser na testa – mais amor. Imagem: Reprodução.

Procuro não sou hipócrita, e confesso que por viver aflito ao redor de tanta insegurança e criminalidade, assim como muita gente me senti vingado. Mas lembre-se que Isso pode ser compreensível, embora não o ideal ou aceitável. Não, não vou defender nenhum dos lados do caso “tatuagem: Vacilão e ladrão”, pois ambos foram infelizes, mas não tenho um bandido de estimação e estou certo que cada um deve pagar pelo que fez.

Mais também não sou perfeito, e creio que cabe a nós refletir: e se fosse a nossa testa, o que estaria tatuado? Para sempre? Sem disfarce? Sem uma segunda chance ou sem recomeço.

Será que também não seria algo semelhante? Uma coisa é certa e concordo com o que a Mônica disse no artigo: “A gente vacila também. Pode não (…) roubar ou matar. Mas vacila. Não há quem não tenha um podre. Quem possa, de peito aberto, atirar a primeira pedra”.

Mas se é pra julgar, vamos julgar primeiro a nós mesmos. Que tal então nós como agente de mudanças, começar hoje mesmo a procurar o melhor dentro de cada um de nós, para que quando na fila da vida para “fazer uma tatuagem”, seja escrito na nossa testa: “multiplicador do amor”, “tolerante”, “paciente”, e “solidário”?

*Mônica também é escritora de vários livros e de um blog, o Poesia Toda Prosa e está no FacebookTwitter.

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A ganância de felicidade

O mês de Janeiro de 2017 chegou ao fim. No inicio dele, muitos de nós fizemos nossa própria retrospectiva e planejamos um Ano Novo.

Leia agora: Meu 2016!

Mas, você ainda se lembra de todos aqueles planos, desejos ? Como está o processo para realizar aqueles sonhos?

Desejos para o ano novo – Imagem: Reprodução da Internet

Podem ser que eles pareçam estar distantes, mas se for o caso, não desanime. Afinal, você pode refletir: será que a sua felicidade depende tanto assim de alcançar aqueles objetivos traçados? Já parou para pensar por que temos tantos desejos? Deveríamos ter mais gratidão pelo que temos, e sermos mais autossuficientes, no lugar de sempre querer mais. Sei que não é fácil, mas ainda bem que o texto abaixo do Jornalista, Compositor e Palestrante Alvaro Fernando, chegou na hora certa, para me fazer meditar sobre o assunto e é por isso compartilho com vocês, meus queridos leitores, espero que gostem e os ajudem a serem felizes agora,

— Ganância de felicidade, por que temos tantos desejos?

O primeiro mês de 2017 está encerrado, você ainda se lembra dos desejos de começo de ano? Anestesiada a excitação da virada, como ficaram registradas em você todas aquelas mensagens recebidas? Compartilho algumas que recebi por WhatsApp: “que todos os desejos sejam realizados”, “um lindo e alegre ciclo de vida”, “todo o sucesso do mundo”, “que cada vez mais seus sonhos venham a se realizar” e “saúde, paz, dinheiro, música, viagens e tudo de melhor”, entre outras.

Tenho um querido amigo que sempre me lembra a “equação” da felicidade: ela é a realidade subtraída da expectativa. Quando temos uma expectativa baixa, aumentamos a chance de nos satisfazermos com aquilo que encontramos. Uma percepção sábia sobre a vida!

Essa adoração por “realizar os sonhos” em profusão, sentindo desejos que se transformam em realidade de forma sequencial e inesgotável, nunca foi uma boa pedida. A bem da verdade é que isso remonta ao processo de ganância que vivemos mundialmente na questão material – capaz de contaminar nossos conceitos de realização. Queremos uma vida repleta de felicidade.

Tenho notado essa busca por aqueles que já possuem tudo para ser felizes, mas não percebem ou assumem isso. Sempre falta algo. Responda a duas perguntas: o que você precisa para ser feliz? Quando isso vai acontecer? Talvez perceba que não precisa de mais nada, precisa apenas mudar do modo “falta algo” para o modo “aproveitar”.

As pessoas precisam “aceitar” que são felizes. Olhar no espelho e perguntar “o que mais eu posso querer para ser feliz?”. Note que você já tem tudo e mais um pouco. Perceber uma vida abundante é o que te move a agir livremente e, em grande parte dos casos, olhar em volta e ajudar os outros. A adesão a trabalhos voluntários é uma tendência mundial, as pessoas fazem isso porque ajudar traz uma sensação de pertencimento e completude.

Para isso, é preciso que se abandone a ideia ultrapassada do “tudo de melhor” e “todo sucesso do mundo”. Esse caminho nos leva à ganância de felicidade, um sentimento de sofrimento e busca incessante do inalcançável – cuja consequência é a desvalorização daquilo que já somos.

Talvez você não precise conquistar tanto assim, não é mesmo? O ano só está começando, pense em aproveitar o tempo que é seu grande tesouro, sair da correria, desfrutar da intimidade dos amigos, acabar com a inibição de sentir-se livre e celebrar o seu contentamento. Você chegará a 2018 dizendo: que pena que 2017 já acabou!

*Alvaro Fernando é autor do livro “Comunicação e Persuasão – O Poder do Diálogo”, no qual demonstra a importância comunicacional de virtudes como propósito de vida, altruísmo e generosidade. Fernando é premiadíssimo compositor de trilha sonora, vencedor de três leões em Cannes, duas medalhas em New York Festival e três estatuetas no London Festival. Há mais de 25 anos no mercado, atua com os principais anunciantes dentro e fora do país. Desde 2013, atua como palestrante e consultor sobre comunicação.

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