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Bazar Kids do Bem – 2ª Edição

Chegou a hora de fazer o bem, e vem aí mais uma etapa desse grandioso projeto. Claro, que estou falando do Bazar Kids do Bem. Que novamente acontecerá no Shopping Cerrado.

Pra quem não lembra, a primeira edição aconteceu em Agosto/2017, e até postamos tudo sobre este evento maravilhoso, bem como a entrega das doações para o Asilo, da Santa Casa de Goiânia.

E dessa vez os beneficiados serão as crianças com câncer em tratamento na Santa Casa de Goiânia.

Como você pode ajudar? Doando em algum ponto de arrecadação roupas novas e semi novas para venda no bazar, divulgando este projeto ou comprando lá no dia. Com certeza sua ajuda é muito bem vinda. Anota aí:

Acontece: Bazar Kids do Bem – 2ª Edição.

Onde: Shopping Cerrado – Anhanguera, 10790 – Aeroviário, Goiânia/Go.

Quando: 21/4/2018, das 10 ás 22 horas.

O que: Roupas e acessórios Infantis a partir de R$ 5.

Estamos todos ansiosos para este grande dia. E será ótimo ter vocês conosco, esperamos você lá! Até já!

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O grande “Bazar Kids do bem” e todos os seus frutos

O Bazar Kids do Bem aconteceu sim, e foi mais que lindo e foi sucesso, e muito mais que podíamos sonhar. Com a ajudar de todos vocês pudemos arrecadar fundos e doações para o Abrigo de Idosos São Vicente de Paulo, situado na Rua B6, Vila Americano do Brasil, Goiânia.

Vamos aos fatos e fotos do grande dia lá no Shopping Cerrado no dia 19/08, e também do último sábado 26/08, quando fomos até o abrigo entregar as doações e sermos presenteados com a cia dos queridos idosos e tanta gente do bem?

Parte da dedicada equipe do “Bazar Kids do Bem”: Ernani, Lu, Isadora, Marilene, Rany, Yasmin, Giulia, Duda e Thiago Perné.

Pedro Vasconcelos de 3 aninhos, membro do “Mini Fashion Bloggers Go” – MFBG, que visitou o Bazar e aproveitou para escolher acessórios e ainda para deliciar com os Cremosinhos Doce Amor.

Duda e Ernani com Letticia, Geovanna e Gabriela do MFBG.

E o que foi feito com as doações e valores arrecadados no Bazar?

Pegamos tudo: Muitas caixas de leite, fraldas, alimentos, materiais de higiene e limpeza e levamos para o destino final: O Abrigo de idosos São Vicente de Paulo, em Goiânia.


E para finalizar: os mais lindos personagens vivos da Cia Arte e Riso.

Ah, e até a Bella Alencar, mãe, pai e irmão tiveram lá e fizeram nossa festa ainda mais bonita. E parte da família até aproveitou para tirar uma foto com uma das idealizadores e mãe de uma das crianças do Bazar do Bem. 

Obrigado pela presença de vocês galera! Obrigado também a todos os parceiros maravilhosos, todas doações, visitas e curtidas nas redes sociais. Agradeço também toda a imprensa Goiana, e a Assessoria de Imprensa dos Correios de Goiás, no qual eu trabalho que divulgou o evento e a necessidades de doações. Um grande beijo também para a colega Neire Helke que de prontidão me entregou doações de materiais de higiene e eu pessoalmente pude levar até a equipe do bazar.

Você são demais! Para quem ainda quiser doar, qualquer ajuda é bem vinda. O Abrigo fica atrás da Santa Casa no Setor Americano do Brasil. O local também está sempre aberto para visitas, já que os idosos amam conversar e fazer amigos.

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O que seria tatuado na nossa testa?

Estou inspirado! 

Tal inspiração se deu após a leitura de um artigo bem reflexivo: “ESSA MODA DE TATUAR BANDIDO SERVE PARA CORRUPTO TAMBÉM?” que foi escrito pela da carioca, professora e psicóloga clínica: Mônica Raouf El Bayeh*.

Todos nós já sabemos, do “de menor”, que após ter roubado uma bicicleta de um homem também pobre, e sem perna foi acusado de ser ladrão e vacilão, e que teve essas mesmas palavras tatuadas em sua testa. Aí foi que dois vizinhos resolveram fazer justiça com as próprias mãos.

O que vocês acharam dessa história? Será que  “Bem feito?”, “Mereceu?”, “Achei pouco!”, foram um dos pensamentos que passaram pela vossas mentes? Ou: “Que barbaridade!”, Não se faz justiça com as próprias mãos!” ou coisa do tipo?

Esta tatuagem está no braço, mas bem que poderia ser na testa – mais amor. Imagem: Reprodução.

Procuro não sou hipócrita, e confesso que por viver aflito ao redor de tanta insegurança e criminalidade, assim como muita gente me senti vingado. Mas lembre-se que Isso pode ser compreensível, embora não o ideal ou aceitável. Não, não vou defender nenhum dos lados do caso “tatuagem: Vacilão e ladrão”, pois ambos foram infelizes, mas não tenho um bandido de estimação e estou certo que cada um deve pagar pelo que fez.

Mais também não sou perfeito, e creio que cabe a nós refletir: e se fosse a nossa testa, o que estaria tatuado? Para sempre? Sem disfarce? Sem uma segunda chance ou sem recomeço.

Será que também não seria algo semelhante? Uma coisa é certa e concordo com o que a Mônica disse no artigo: “A gente vacila também. Pode não (…) roubar ou matar. Mas vacila. Não há quem não tenha um podre. Quem possa, de peito aberto, atirar a primeira pedra”.

Mas se é pra julgar, vamos julgar primeiro a nós mesmos. Que tal então nós como agente de mudanças, começar hoje mesmo a procurar o melhor dentro de cada um de nós, para que quando na fila da vida para “fazer uma tatuagem”, seja escrito na nossa testa: “multiplicador do amor”, “tolerante”, “paciente”, e “solidário”?

*Mônica também é escritora de vários livros e de um blog, o Poesia Toda Prosa e está no FacebookTwitter.

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