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AD Clinic chega em Goiânia

sO setor de franquias está consolidando seu crescimento em Goiás, a exemplo do que ocorre em todo o país. Os dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que a crise causada pela pandemia da Covid-19 ficou para trás. O Brasil é o terceiro maior mercado de estética e beleza, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão. A região Centro-Oeste representa 10,3% do setor nacional e Goiás ocupa a oitava posição no mercado nacional de franquias.

Os dados são bastantes significativos, os segmentos que mais impulsionaram o setor de franquias em Goiás foram: serviços e outros negócios com 59,3%; limpeza e conservação representando 21,6%; hotelaria e turismo marcando 16,1%; e estética, beleza e bem-estar registrando 14,2%. A sede da maior parte das franquias é a região Sudeste, com 83% da quantidade total, enquanto o Centro-Oeste possui apenas 3% delas. No total, o mercado de franquias faturou R$ 4,285 bi em 2020 somente no estado de Goiás.

Tal desempenho atraiu os olhares e os bolsos dos primos que resolveram empreender. Daiane Jácome e Herbert Jácome apostaram na franquia mesmo na contramão da crise imposta pela pandemia do coronavírus. A clínica será inaugurada amanha, 29/07 no Setor Oeste, e posso antecipar um dos os segredos do espaço: terá 400m², com estacionamentos e mais de 100 protocolos de tratamentos faciais e corporais.

Daiane e Lucas, empreendedores AD Clinic Goiânia.

Jornalista por formação, casada e mãe do Lucca, Daiane empreendeu na sociedade para registrar a entrada da marca Ad Clinic. “As franquias apresentam diversas vantagens em relação a uma empresa que começa do zero e passa a ser uma alternativa perfeita para quem não quer correr riscos desnecessários. Franquear hoje é a melhor opção para quem deseja um negócio seguro.”, comenta a empreendedora.

O mesmo propósito tem o sócio Herbert. Em 2014, o engenheiro de formação decidiu fazer parte do ranking dos 53,4 milhões de empreendedores brasileiros. Aos 29 anos, ele abriu a primeira empresa especializada na área de engenharia clínica e hospitalar. Posteriormente, em 2020, investiu em uma pizzaria com objetivo de abocanhar novos franqueados, além de uma importadora e uma loja de e-commerce e, em 2021, investiu em mais um empreendimento para ampliar o leque de negócios. “Independentemente da crise, temos muito para contribuir com a marca e estamos otimistas em trazer a Ad Clinic para o estado de Goiás.”, conclui Herbert.

O CEO da rede é a prova viva de que otimismo é o segredo. “Eu entregava panfletos nas ruas para divulgar a marca”, comenta Rodrigo Nunes ao mencionar que, se o franqueado tiver um objetivo final, não importa o tamanho da crise.

Release: Cla Cri Assessoria de Imprensa

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Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

O mês de junho marca a Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. E o dia escolhido foi o 15 (sim, estamos atrasados) que foi instituído em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa.

O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial. Só no Brasil, existem quase 20 milhões de pessoas idosas. Isso representa 11% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Censo 2010. As projeções apontam, também, que em 40 anos o percentual de pessoas idosas deve triplicar no Brasil, aproximando-se de 29,7% da população. Segundo tais projeções, em 2050 haverá duas vezes mais idosos do que crianças na sociedade brasileira.

Para garantir o envelhecimento da população de forma saudável e tranquila, com dignidade, sem temor, opressão ou tristeza, precisamos trabalhar intensamente na prevenção da violência e na identificação e no encaminhamento correto de casos de violência e, em especial, temos que preparar as novas gerações com informações, materiais e recursos educacionais, de forma a assegurar um envelhecimento digno e saudável.

Idosos protegidos e seguros é uma responsabilidade de todos! Imagem: Reprodução!

 Segundo a Organização Mundial de Saúde: a violência contra a pessoa idosa consiste em ações ou omissões cometidas uma vez ou muitas vezes, prejudicando a integridade física e emocional da pessoa idosa, impedindo o desempenho de seu papel social.

As formas de violência contra a pessoa idosa são diversas, dentre elas podemos citar:

  • Física: é todo ato violento com uso da força física de forma intencional, não acidental, praticada com o objetivo de ferir ou lesar uma pessoa, deixando ou não marcas evidentes em seu corpo e, muitas vezes, provocando a morte. Manifesta-se, de maneira geral, mediante empurrões, beliscões, tapas, socos ou com o uso de armas.
  • Negligência/abandono: negligência é a omissão por familiares ou instituições responsáveis pelos cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social do idoso, tais como privação de medicamentos, descuido com a higiene e saúde, ausência de proteção contra o frio e o calor. O abandono é uma forma extrema de negligência.
  • Sexual: é qualquer ação na qual uma pessoa, fazendo uso de poder, força física, coerção, intimidação ou influência psicológica, obriga outra pessoa, de qualquer sexo, a ter, presenciar ou participar, de alguma maneira, de interações sexuais contra a sua vontade.
  • Econômico-financeira e patrimonial: consiste no usufruto impróprio ou ilegal dos bens dos idosos, e no uso não consentido por eles de seus recursos financeiros e patrimoniais.
  • Autoagressão: refere-se à conduta da pessoa idosa que ameaça sua própria saúde ou segurança, como, por exemplo, agressões contra si próprio(a), as automutilações, os suicídios e tentativas de suicídio.
  • Autonegligência: manifesta-se por meio da recusa de prover a si mesma dos cuidados básicos necessários à sua saúde. Nesse caso, não se trata de terceiros que provocam a violência, e sim da própria pessoa.
  • Psicológica: corresponde a qualquer forma de menosprezo, desprezo, preconceito e discriminação, incluindo agressões verbais ou gestuais, com o objetivo de aterrorizar, humilhar, restringir a liberdade ou isolar a pessoa idosa do convívio social. Pode resultar em tristeza, isolamento, solidão, sofrimento mental e depressão.

Importante lembrar, também, que o art. 19. do Estatuto do Idoso (Lei No 10.741/2003, alterada pela Lei nº 12.461, de 2011) prevê que os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra idosos serão objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade sanitária, bem como serão obrigatoriamente comunicados por eles a quaisquer dos seguintes órgãos:  autoridade policial; Ministério Público; Conselho Municipal, Estadual ou Nacional do Idoso.

A notificação compulsória de violências é um instrumento de vigilância que identifica e qualifica os casos suspeitos ou confirmados de agressão que são atendidos na rede pública de saúde com o objetivo de implementar políticas públicas de atenção às vítimas. A notificação compulsória é registrada no sistema VIVA-SINAN do Ministério da Saúde.

O que fazer quando suspeitar que uma pessoa idosa está sendo vítima de violência?

Quando possível, deve-se conversar com o idoso e, se confirmada a situação de violência ou persistir a suspeita, comunicar ao Conselho do Idoso, Ministério Público ou Delegacia de Polícia. Esses órgãos são os responsáveis por desencadear as medidas protetivas e
de responsabilização. Nos serviços de saúde será realizada a notificação compulsória da violência e acionada a rede de atenção e proteção para o acompanhamento do caso.

Caso eu seja uma pessoa idosa vítima de violência, como proceder?

Procure uma pessoa em que confie, fale sobre o que está acontecendo e peça ajuda a um profissional de saúde de uma unidade perto de sua casa, ou busque o Conselho do Idoso, Ministério Público ou Delegacia do Idoso. É importante que os profissionais, familiares e cuidadores fiquem atentos à violência contra a pessoa idosa, pois nem sempre ela deixa marcas visíveis, ainda que seja constante. Além disso, pode resultar em lesões e traumas que levem à internação hospitalar ou ao óbito.

Informações:
Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa COSAPI/ DAPES/SAS/MS.
Endereço: SAF/Sul, Trecho 02, Lote 05/06 – Torre II – Edifício Premium – Bloco 02, térreo Sala 14.  Brasília/DF – CEP: 70070-600
Contatos: Fone: (61) 3315.9138 e E-mail: idoso@saude.gov.br

Fontes:

Ministério da Saúde. Disponível em: <www.blog.saude.gov.br>
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Disponível em: <www.mds.gov.br>
Notícias JusBrasil. Disponível em: <jusbrasil.com.br>
Portal ONUBR. Nações Unidas no Brasil. Disponível em: <www.onu.org.br>
Portal do Envelhecimento. Sua rede de comunicação e solidariedade. Disponível em: <portaldoenvelhecimento.org.br>

 

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Alimentação Saudável e Sustentável (ABPASS)

A obesidade está por toda parte. Tanto é que pesquisa recente divulgada pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Nacional de Saúde Suplementar, revela que mais da metade da população brasileira está acima do peso. Entre a população em geral, considerando crianças e adultos, a obesidade chega a incríveis 53,9% da população brasileira. Entre a população adulta, pouco mais de 50% são obesos.

Os dados revelam ainda que a obesidade cresce até mesmo entre os que possuem plano de saúde privado, o que sinaliza que o problema para comer bem não está apenas ligado a questão financeira, uma vez que o percentual da população com recursos para pagar por um plano de saúde privado é reduzido frente ao total brasileiros. O número de pessoas acima do peso ideal entre os usuários de plano de saúde cresceu 36% nos últimos sete anos. Hoje, atinge 17% desses usuários.

 

O mais alarmante desses dados é que o excesso de peso não é apenas uma questão estética, mas é fator que pode contribuir para o surgimento de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. Só para ilustrar, a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), aponta que o diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5%, em 2006, para 8,9%, em 2016. O de hipertensão, no mesmo período, saiu de 22,5% para 25,7%. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

Relatório conjunto da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) também alertam para o aumento da obesidade e do sobrepeso no Brasil e em toda a América Latina e Caribe. Diversos são os fatores que podem contribuir para o sobrepeso da população: falta de dieta balanceada, ingestão sem moderação de alimentos processados ou gordurosos em excesso e até mesmo por ignorância de técnicas específicas durante o preparo do alimento que podem torna-lo mais saudável ou, ao menos, conservar melhor seus nutrientes. E é justamente para contribuir com o melhor entendimento de todas essas questões que um grupo de especialistas com anos de experiência no setor se uniram par criar a Associação Brasileira para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável (ABPASS). “Somos uma Associação sem fins lucrativos, constituída por pessoas físicas e/ou jurídicas de diferentes segmentos e setores de atuação, bem como por empresas e entidades interessadas em atuar conjuntamente para a melhoria da qualidade da saúde dos indivíduos através da alimentação, e da utilização, no agronegócio, de processos e métodos mais humanos, justos, seguros e adequados à proteção do meio ambiente”, explica Almir Ribeiro Neto, presidente da ABPASS.

Para desempenhar esta função, uma das estratégias de atuação da Associação será atuar com outras entidades, ou isoladamente, para proporcionar ações transversais destinadas incentivar melhorias na disponibilidade, no acesso e no consumo de alimentos naturais minimamente processados. Neste sentido, entre algumas das medidas adotadas pela ABPASS estão: atuar para ampliar a conscientização e o conhecimento da população acerca da relação entre saúde e alimentação; incentivar a aplicação de melhorias que viabilizem a maior disponibilidade de alimentos saudáveis e sustentáveis, com ênfase no ambiente escolar, no trabalho e nos diferentes tipos de restaurantes, sejam comerciais, grandes coletividades, lanchonetes e similares; contribuir para a melhoria da qualificação dos diferentes profissionais que possam aprimorar a produção sustentável, ou preparo de alimentos saudáveis; e incentivar e reconhecer melhorias dos consumidores e das famílias  quanto a  hábitos alimentares.

Divulgação/ABPASS

“Apenas com maior informação e mudança de hábitos é que poderemos mudar as perspectivas de cenário alarmantes sobre obesidade que algumas pesquisas e entidades já apontam. Um dos principais focos da nossa atuação é a área da educação, conscientizando crianças e seus pais sobre a alimentação saudável.” Outra preocupação é com a alimentação fora do lar que, segundo pesquisas, atende a mais de 20 milhões de pessoas no Brasil a cada dia. “Atuaremos na formação dos profissionais que atuam no setor, principalmente nos restaurantes de médio e pequeno porte e nos restaurantes em locais de trabalho. A Organização Mundial de Saúde aponta que o número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo poderia chegar a 75 milhões, caso nada seja feito.

Sustentabilidade

O Pilar da Sustentabilidade também está presente nas bases da criação da ABPASS porque, não apenas a produção de alimentos, mas o manejo e o preparo das refeições interferem na saúde das pessoas, bem como na manutenção do ecossistema. “Do campo à mesa, há diversas atitudes simples que podem favorecer com que as pessoas tenham uma vida mais saudável e colaborem com a manutenção sustentável do nosso planeta”, comenta Ribeiro Neto. “Afinal, saber aproveitar todas as partes de um alimento, além de permitir extrair o máximo possível dos nutrientes, também gera redução de lixo e resíduos que são descartados no ambiente”, exemplifica o presidente.

Experiências observadas

O segmento de alimentação saudável vem ganhando importância cada vez maior em todo o mundo. Desde os anos 80, nos EUA e na Europa, grupos já agiam em defesa de uma alimentação mais sustentável e que se preocupasse com a saúde das pessoas. O surgimento do movimento Slow Food (www.showfood.com), na Itália, em 1986, é considerado o primeiro passo para que essa visão se estabelecesse de forma oficial. A partir daí, a conscientização foi aumentando e hoje, no mundo inteiro, organizações, empresas, profissionais de saúde e nutrição fazem parte de diferentes movimentos que visam trazer ao consumidor uma alimentação mais saudável.

Atualmente, um dos grandes desafios do país, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, é combater a obesidade, que cresceu 60% entre 2010 e 2014. Estudos divulgados pela Organização Mundial da Saúde (www.oms.int) demonstravam que a obesidade continuava ganhando ritmo, inclusive no Brasil.

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Preparar, apontar: Desacelerar – por Dariane Vale

Como tenho sintomas depressivos, tomo remédios, faço terapia e blá blá bá, gosto muito de ler pequenos textos motivacionais, que sejam simples diretos e claros. E não há nada melhor que começar a semana “desacelerando”.

“O que?” vocês devem estar se perguntando, uma vez que devemos começar a semana com “tudo”. Mas calma aí, que o texto abaixo da nossa super amiga Dariane Vale, dá dicas de como podemos começar a semana assim e ao mesmo tempo felizes e plenos. Se joguem, reflitam pois esta está mais que demais.

_____________ Desacelerar:

Algumas vezes percebo que o ritmo que estou levando a vida pode estar me prejudicando.”

Quem já falou esta frase? Eu já falei e por isto fiz uma rápida reflexão: queremos fazer tudo ao mesmo tempo e, se não estamos conectados por alguns momentos, temos a sensação de estar perdendo algo.

Reprodução

Por outro lado, sabemos e já estamos percebendo que diminuir o ritmo é sensacional – e este estilo de vida já tem um nome:  Slow Movement – pessoas que querem a sensação de estarem realmente presentes em cada momento da própria vida.

Há a urgência de estar em dia com nossos compromissos. Mas, mais ainda, de nos reconectarmos com o nosso eu e leva-lo à uma vida real e presente.

Nós só temos a ganhar. Tempo, saúde, foco, atenção, amor e todas as consequências que a desaceleração diária pode trazer.

 

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Os benefícios da Castanha do Pará

Para começar a semana nada melhor que uma super dica de saúde. É isso aí, pequenas alternativas podem sim fazer uma grande diferença em nossas vidas. E hoje gostaria de falar sobre a Castanha do Pará.

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O nome científico da castanha é Bertholletia excelsa. Ela é conhecida por vários nomes como castanha-do-pará, castanha-do-acre, ocari e tururi. No exterior, é comumente associada ao Brasil (Brazil nut, noce del Brazile, noix du Para,etc.). Entretanto, a Bolívia é o maior exportador do produto do mundo. Legalmente, desde 1961, para efeito de comércio exterior, é denominada como castanha-do-brasil.

Nativa da Floresta Amazônica, a castanha do Pará é superpoderosa, possui nutrientes como ácidos graxos, vitaminas B e E, proteína, fibras, cálcio, fósforo, magnésio e selênio.

Benefícios:

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a castanha-do-pará está na lista dos alimentos funcionais.

O selênio combate várias doenças por exemplo, o envelhecimento das células causado principalmente pelos radicais livres e previne o aparecimento de tumores e doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer e esclerose múltipla.

Além de nutrir, ela promove outros benefícios à saúde: o consumo de uma castanha por dia ajuda a combater doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2, câncer e obesidade. O ômega 3 diminui o triglicérides e o colesterol e ainda ajudam a elevar os níveis de HDL colesterol, o “colesterol bom”. Controla a hipertensão (já que favorece o relaxamento dos vasos sanguíneos) e é anti-inflamatório.

As vitaminas do complexo B e o magnésio são essenciais para o sistema nervoso, contribuem para diminuir a ansiedade e melhorar o humor e ainda afastam a depressão.

Popularmente chamada de “carne vegetal”. A castanha é consumida, normalmente, “in natura”, cozida ou cristalizada. É usada, também, em confeitarias e indústrias de chocolates.

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Cuidados

Como qualquer oleaginosa, essa noz é rica em gorduras. Em excesso, contribui para o aumento de peso. E pode causar reações adversas como irritabilidade, dores e fraqueza muscular.

Curiosidades e Recomendações

No Brasil, o Acre é um principais produtores dessa castanha, atingindo cerca de 10 mil toneladas anuais;

A castanheira-do-pará é uma grande árvore, chegando a medir entre 30 e 50 metros de altura. Está entre as maiores árvores da Amazônia e pode viver de 500 até 1.600 anos;

O óleo da castanha, por suas características semi-secativas, é um ótimo ingrediente para elaboração de tintas. Na cozinha, ele pode substituir facilmente o azeite de oliva. Da prensagem da amêndoa no processo de extração do óleo podemos obter a farinha e o farelo;

Uma única unidade contém 27 calorias;

A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, ou seja a dose ideal e suficiente é de 1 castanha-do-Pará por dia.

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