Arquivo do autor:Thiago Perné

O que aprendemos com Carrossel?

          

      Carrossel do SBT está um sucesso, pois tem conseguido bons índices de audiência e garantido o 2º lugar isolado no ibope em todo o Brasil. Muito mais que uma novela, uma lição de vida que tem realmente unido à família brasileira. Lições para a vida não só de todas as crianças, mas também de todos os adultos.

Confira agora mesmo, 14 coisas que aprendemos com Carrossel:

1 – Não entre no carro de estranhos mesmo que eles tenham algo que você queira;
2 – Não se julgue as pessoas pela sua raça, origem, status social e/ ou religião;
3 – Ter dinheiro, não significa que você é a melhor pessoa da turma ou aquele que todos mais gostam;
4 – Amor, atenção, conhecimento e carinho são as qualidades desejáveis de um bom professor;
5 – Não coma doce demais, pois faz mal a saúde;
6 – Pais separados causam sofrimento para os filhos;
7 – A mentira tem perna curta;
8 – Colar nas provas só engana a si mesmo e traz problemas futuros a você e a quem encobriu seu erro, antes disso: estude.
9 – Deus, Família e amigos leais devem ser tudo na vida;
10 – Quando não estiver se sentindo bem, fale com nossos pais e peçam e eles para procurar um médico;
11 – Higiene e Limpeza são um bem necessário e essencial. Não interessa se você é rico ou pobre;
12 – Ame e cuide bem dos animais;
13 – Para conseguir uma boa audiência, não é preciso apelar para cenas sexo, palavrões, adultério, assassinato e roubo…
14 – As crianças de hoje, serão os adultos responsáveis de amanhã, ou não. Dê seu exemplo.
E você, concorda com a lista? O que acrescentaria?
Deixe seus comentários que em breve farei um novo post e acrescentarei sua contribuição.
Um grande abraço!
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Dica: Ray-Ban Wayfarer

Vou falar um pouco de do óculos de sol que eu tenho e gosto demais. Trata-se do Ray-Ban Wayfarer:

De acordo com a Wikipédia o Ray-Ban Wayfarer é uma concepção de óculos fabricados pela Ray-Ban desde 1952. Os Wayfarers desfrutaram de uma precoce popularidade na década de 1950 e 1960,  especialmente depois de terem sido usados por Audrey Hepburn, em 1961 no filme Breakfast at Tiffany’s. Os Wayfarers são por vezes citados como os óculos de sol mais vendidos da história (embora o Ray-Ban Aviator também seja creditados por essa realização) e são considerados um dos ícones mais duradouros do século XX.
Muito estiloso, pode ser encontrado de várias cores e tamanhos e além disso pode e deve ser usado por homens e mulheres. E na minha opinião combina com todo tipo de rosto e quase todo mundo fica estiloso. Para terem uma idéia, digitei “wayfarer” no site de busca de imagens e olha só que deu, várias celebridades já foram clicadas com um modelo:
Quer uma dica?  Garante já o seu, com certeza encontrará um que é a sua cara. Apesar do preço ser um pouco “salgado”, vale a pena o investimento.
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Batique – O incrível tecido da Indonésia

     Embora o batique exista há muito tempo, ele não é antiquado. Usado por membros da realeza em eventos especiais e por vendedores em feiras locais, ele é lindo, colorido e muito variado. Mas o que é batique: Como é feito? De onde veio? Como é usado hoje?

   O batique é um tecido com uma história antiga e se tornou parte central da vida e cultura indonésias. Para fazer a estampa, é usada uma técnica especial resistente a tingimento. Tecidos similares são comuns no mundo todo.

Combinação de corante e cera

    Para fazer o batique, o artesão usa um pequeno instrumento de cobre cheio de cera lıquida para desenhar estampas elaboradas á mao num tecido. Depois de a cera secar, o tecido é tingido. O corante ao tinge as partes onde a cera foi aplicada. O processo costuma ser repetido usando varias cores para criar desenhos vívidos.
    Em meados do século 19, artesãos de batique começaram a usar carimbos de cobre para aplicar a cera. Esse método era mais rápido do que fazer os desenhos a mão e podia ser usado para produzir tecidos idênticos. No século 20, fabricas começaram a gravar os desenhos no tecido usando uma tela. Ainda se pode comprar batiques artesanais. Mas os batiques industrializados hoje dominam o mercado.
    Em geral é usado algodão ou seda para fazer o batique. Os corantes sao feitos de madeira, casca, especiarias e folhas cultivadas localmente, embora corantes sintéticos também sejam usados. Antes de a cera ser usada para esse fim, faziam-se os desenhos com pastas vegetais, gordura animal e até mesmo lama. Hoje, a cera quase sempre é sintética. Mas ainda se usa uma mistura de parafina com cera de abelha.

Uma longa historia — um futuro promissor

    Ninguém sabe exatamente quando e onde o batique foi feito pela primeira vez. Na China, alguns fragmentos de batique remontam ao sexto século EC. Ainda não se sabe ao certo quando a técnica se tornou conhecida na Indonésia, mas no século 17 já havia evidências de importação e exportação de batique nesse país.
Em décadas recentes, o batique ganhou mais popularidade e se tornou um símbolo da Indonésia. Em 2009, em reconhecimento da longa historia do batique na Indonésia e seu impacto na cultura local, a Unesco o classificou como parte do “Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade”.

Roupa de batique

    Existem varias maneiras tradicionais de vestir, dobrar e fazer o batique que são influenciadas por crenças e superstições locais. Muitas
províncias indonésias tem suas próprias cores
e motivos típicos de batique. No litoral norte de Java, por exemplo, o batique usa cores vivas, geralmente com motivos de flores, aves e outros animais. Já o batique do centro de Java costuma ter uma variedade menor de cores, e os motivos em geral são geométricos.
    Há cerca de 3 mil padrões registrados de batiques. Uma roupa de batique tradicional é o selendang, um tipo de xale que as mulheres vestem ou penduram no ombro. Elas geralmente o usam para carregar seu bebe ou compras ou então para cobrir a cabeça num dia quente.

    Os homens usam uma cobertura tradicional para a cabeça, chamada iket kepala. Trata-se de um tecido batique quadrado enrolado em volta da cabeça como um turbante. Ele costuma ser usado como uma vestimenta formal para cerimônias.
Outra roupa popular feita de batique é o sarongue, um tecido retangular usado em volta do corpo. As vezes, as duas extremidades do tecido são costuradas para formar um cilindro.
Um sarongue típico é preso na cintura, cobrindo as pernas, como se fosse uma saia folgada. É usado por homens e mulheres.


   O tecido batique é usado na confecção de praticamente qualquer estilo de roupa, desde calças comuns a trajes de gala. Mas o tecido também é usado para pinturas, quadros, toalhas de mesa, colchas e assim por diante. Turistas passeando numa feira Indonésia podem encontrar produtos feitos de batique, como bolsas, sandálias, cúpulas de abajur e até mesmo capas para notebook. A variedade é quase infinita. Sem dúvida, um tecido incrível.


Artigo extraído na íntegra da revista Despertai!, disponível no site: http://www.jw.org/index.html?option=QrYQCsVrGZNT

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Ver é ouvir!

     Imagine-se num país estrangeiro, numa sala de vidro, à prova de som. Você nunca ouviu a língua falada local. Todos os dias, as pessoas do lugar vêm até você e tentam falar-lhe através do vidro. Você não consegue ouvir o que falam. Apenas vê o movimento dos seus lábios.
     Percebendo que você não as compreende, elas escrevem aquelas mesmas palavras num papel e lhe mostram através do vidro o que escreveram. Eles acham que você devia poder entender o que está escrito.
     Como acha que se sairia? Para você a comunicação seria, a bem dizer, impossível nessa situação. Por quê? Porque o que está escrito representa uma língua que você nunca ouviu. Essa é exatamente a situação da maioria dos surdos.

      Há muitos conceitos equivocados a respeito dos surdos e da língua de sinais. Vamos esclarecer alguns deles. Surdos podem dirigir automóveis. A leitura labial pode ser muito difícil para eles. A língua de sinais não tem nada em comum com o braile, e não é simples mímica. Não existe uma língua de sinais universal. Além disso, os surdos têm diferentes “sotaques” de uma região para outra.
      Os surdos conseguem ler? Embora alguns leiam bem, a vasta maioria dos surdos acha difícil ler. Por quê? Porque a página impressa origina-se de uma língua falada. Considere como uma criança com a capacidade de ouvir aprende uma língua. Desde o momento que nasce, ela está rodeada de pessoas que falam a língua local. Ela logo consegue combinar palavras e formar sentenças. Isso acontece naturalmente apenas por ouvir a língua falada.     
      Assim, quando crianças ouvintes começam a ler, é apenas uma questão de aprender que os símbolos negros na página correspondem a sons e palavras que elas já conhecem.

A língua de sinais é o meio de comunicação ideal para os surdos. A pessoa usa sinais para definir elementos no espaço ao redor de seu corpo. Seus movimentos nesse espaço e suas expressões faciais seguem as regras gramaticais da língua de sinais. Surge assim uma língua visual que possibilita transmitir informações aos olhos.
      De fato, quase todo movimento que um surdo faz com as mãos, o corpo e a face enquanto sinaliza tem significado. As expressões faciais não são feitas apenas para causar impacto dramático. São parte importante da gramática da língua de sinais. Para ilustrar: Uma pergunta feita com as sobrancelhas levantadas pode indicar tanto uma pergunta retórica como uma que exija sim ou não como resposta. As sobrancelhas abaixadas podem indicar perguntas, tais como: quem?, o quê?, onde?, quando?, por quê? ou como?. Certos movimentos da boca podem sugerir o tamanho de um objeto ou a intensidade de uma ação.     
     O modo como um surdo movimenta a cabeça, ergue os ombros, contrai as bochechas e pisca os olhos acrescenta sentido à idéia que está sendo transmitida.
Esses elementos se combinam para criar um banquete visual para os olhos. Com essa rica forma de expressão, os surdos que conhecem bem a língua de sinais estão equipados para transmitir qualquer conceito — do poético ao técnico, do romântico ao humorístico, do concreto ao abstrato.


Fonte: Biblioteca OnLine da Associação Torre de Vigia, artigo: w09 15/8 pp. 24-27.

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Meu Mundo Inclusivo

             Gostaria de compartilhar com vocês, um dos trabalhos que  faço aqui Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e que eu gosto muito. Entre as várias atividades, tenho a oportunidade de ser Moderador de uma comunidade via intranet de Língua de Sinais, aqui nos Correios. Estamos fazendo 3 anos e até então, são 252 membros, 23 fóruns, 108 mensagens de fórum, 11 arquivos, 17 Notícias e 1 Questinonário.
              A comunidade aborda assuntos diversos sobre a Língua de Sinais e a Inclusão Social e surgiu em 2009, devido a contratação de Pessoas Com Deficiência Auditiva aqui na Regional de Goiás. Esta comunidade faz parte de um projeto que se iniciou devido a necessidade de compartilhar idéias e conhecimentos a grupos de empregados da empresa em todos o Brasil. Um dos fóruns que mais gostei foi o de esclarecimento de “mitos” relacionados a surdez e deficiências em geral, no qual vou compartilhar na íntegra todo o conteúdo aqui com vocês. Vamos começar? Farei a pergunta e responderei em seguida. Lembrando que as respostas corresponderão a minha opinião baseado nos conhecimentos que tenho e nas pesquisas que fiz sobre o assunto, quem discordar poderá deixar a crítica nos comentários:
  1. Vocês acham que as pessoas com deficiência usam a deficiência para justificar seus atos? R:Tirar proveito de uma situação não é uma característica inerente á deficiência; e a pessoa com deficiência não necessáriamente o fará. Entretanto sabemos que algumas culturas estimulam o sentimento de piedade das pessoas, em relação á pessoa com deficiência e esta, por consequência, pode incorporar esse tipo de atitude em seu comportamento. Se pararmos para refletir, podemos observar que, em vários momentos de nossa vida, procuramos justificar nossos atos, utilizando nossas fraquezas como argumento. O que se faz necessário, no âmbito das relações sociais, é mudarmos essa cultura, enquanto atores sociais em geral.
  2. Posso identificar as pessoas com deficiência, utilizando o termo “especiais”?  R: Ser especial não é uma característica inerente á pessoa com deficiência. A palavra “especial” passou a ser associada a pessoas com deficiência, na década de 80, com o intuito de substituir termos descritivos então usados, que adquiriram conotação depreciativa. Como o que realmente conta é a carga valorativa, associada ao termo, o termo especial, ainda carrega atualmente uma carga de desvalorização e de diminuição da pessoa com deficiência. 
  3. E os termo “PNE”, está correto? R: Tanto o termo “PNE – Portadores de Necessidades Especiais” quanto os termos “portador de deficiência”, “pessoa portadora de deficiência”,” não são mais utilizados. A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa. A pessoa não porta uma deficiência, ela “tem uma deficiência”. Tanto o verbo “portar” como o substantivo, ou adjetivo, “portadora” não se aplica a uma condição inata ou adquirida que faz parte da pessoa. Ou seja, a pessoa só porta algo que ela pode deixar de portar. Por exemplo, não dizemos que uma pessoa “é portadora de olhos verdes”, dizemos que ela “tem olhos verdes”. O termo correto é Pessoa com Deficiência, ou apenas PcD. Esse termo faz parte do texto aprovado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiência, aprovado pela Assembléia Geral da ONU, em 2006 e ratificada no Brasil em julho de 2008.
Em breve terei o prazer de divulgar outros assuntos que foram discutidos na COPTEC.
Espero que tenham gostado, os que desejarem podem deixar seus comentários, críticas, dúvidas e sugestões de pauta. Agora chega de falar de mim. Como vão vocês?
                       
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Guia: Gravata + Calça Jeans

          Você que não é muito fã de terno, mas acha a gravata o máximo poderá usá-la sem o costume (que é o conhecido blazer + calça) por calça jeans + camisa.         
Você pode usar gravata com elegância e não vai ficar parecido com um executivo ou um evangélico (nada contra). Isso mesmo, você pode e deve. Mas para isso vamos a alguns exemplos e regrinhas pra você ser o centro de atenção das meninas em todo lugar que for: trabalho, rua, balada e até mesmo naquela festinha.
Note e Anote:
  • Calça jeans modelo “saruel” por exemplo, não fica legal. A calça deve ser um pouco mais justa. Indico os modelos retos ou slim.
  • As camisas que eu mais gosto e acho que fica melhor para ser usada com gravata e calça jeans são as sociais na cor branca e lisa. Mas coloquei na montagem o modelo xadrez e uma listrada.
  • Para que não sabe cardigã, são aquelas camisas de lã bem fininhas de manga longa. São super elegantes e podem substituir o blazer. O modelo pode ser aberto, fechado, com ou sem zíper e botão.
  • O sapato que eu indico e uso para usar com jeans e gravata é o social, tipo mocassim sem cardaço ou uma chelsea boot (aquelas botas de couro). E para os mais modernos, indico o “sapatênis”. Na verdade, depende muito do que você for usar por cima da camisa.
  • Ah, mulheres. Atenção! Acho que vocês ficam hiper-gatas quando usam gravatas. É tão usável que foi super fácil achar fotos na internet com mulheres que a usam. Vamos conferir?

      Falando nisso, parabéns a quem fez esta montagem. Ótima seleção de mulheres lindas, usando a gravata como acessório.

Vocês homens e vocês mulheres já usaram ou usariam gravata com jeans? Sempre que dá (leia-se: faz frio) eu uso, mas não é sempre, por que morar em Goiânia? Já sabem, né? É calor praticamente o ano todo.

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Compreendendo o “Mundo dos Diferentes”.

Minha vida:

        Nasci numa família onde todos eram ouvintes, mas no decorrer do tempo, alguns membros ficaram surdos. Segundo os médicos isso ocorre por motivos genéticos.  Aos meus doze anos eu e minha irmã descobrimos que também sofreríamos da perda auditiva. Nesta ocasião minha mãe, tias, primas e avós já estavam com dificuldades por causa da perda da audição. Desde então passamos a viver num mundo onde a classe majoritária é ouvinte, a partir daí lutamos para sermos compreendidos, compreender e ser aceitos apesar da nossa deficiência.

E acredite, nunca foi fácil. Sempre foi difícil, estudar numa escola regular ser aceito pelos colegas ouvintes e oralizados e não ser compreendido. Sempre foi difícil estar numa roda de amigos, numa lanchonete, num simples passeio num shopping e não conseguir entender o que está sendo dito ou ver as pessoas dando gargalhadas e não poder compartilhar deste momento alegre por não ouvir e entender o motivo da piada. E devido a deficiência auditiva tivemos que aprender uma língua gestual, hoje chamada de Língua Brasileira de Sinais. Por meio desta língua conseguimos “ouvir” e “falar”. E é através dela, que conseguimos falar e “ouvir” com as mãos.
Eu sou o Thiago, muito prazer. Tenho 27 anos, trabalho na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e gosto de ler, de ir ao cinema, jogar boliche, ouvir música e de fazer amizades duradouras e ajudar o próximo. E a partir de hoje, os leitores poderão acompanhar comigo, com minha família, com toda comunidade surda, pessoas com deficiência em geral, bem como familiares e profissionais de diversas áreas que acompanham a luta diária que temos com a vida apesar das barreiras impostas por ela. 
Haverá respostas as perguntas que nos intrigam. Por exemplo:
  • É correto afirmar que todos os surdos são mudos?
  •  Qual o motivo das pessoas surdas serem tão nervosas?
  • Se eu não souber comunicar através da Língua de Sinais, não poderei fazer amizades com os surdos?
  • Como posso lhe dar com pessoas com deficiência visual, física e intelectual?
        Aprenderemos a nos comunicar através da Língua de Sinais, descobriremos um novo mundo dessa Língua fascinante, esclareceremos nossas dúvidas sobre a surdez e sobre outras deficiências e síndromes diversas.
Espero que durante o tempo em que eu estiver aqui, que vocês possam ver as pessoas “diferentes” de outro modo e dar a estas o devido respeito e honra que elas merecem. Podem entrar contato comigo para esclarecer suas dúvidas, para chorar e desabafar, estarei sempre à disposição.
Para começar, aprenderemos o Alfabeto Datilógico da Língua de Sinais, conforme abaixo. Espero que gostem e aprendam.
Um grande abraço e até a próxima!

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Larissa Manoela e Jean Campos de Carrossel em Goiânia para a Tríade Jeans!

Opa! Vamos, começando esse semana com tudo para mostrar para vocês prévia do trabalho feito ontem, 29/07 aqui em Goiânia com os atores Jean Paulo Campos e Larissa Manoela, o Cirilo e a Maria Joaquina de Carrossel.

É isso mesmo, as mini celebridades do momento, fizeram super fotos para catálogo com os jeans lindos da Tríade Jeans, produzido pela Any do Trend Luxo conforme eu já tinha para vocês contado aqui. Ah, as fotos foram feitas pelo fotográfo mais cobiçado de Goiânia, o Luciano Medeiros.

Além de trabalharem e se divertirem ao mesmo tempo Larissa e Jean, deram atenção a todos e ainda deram entrevista para a TV Serra Dourada, afiliada ao SBT. Tiraram fotos comigo, com a Any e com a Equipe da Tríade. Uns amores de pessoa! Espero que curtam o trabalho feito pela essa equipe maravilhosa.

Segue cliques do antes, durante e pós fotos. Pois eu me diverti muito!

Se gostaram, deixe seu comentário e siga no Twitter (@trendtudo e @thipernebrasil).

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Carrossel do SBT promove a Inclusão Social!

Em breve “Carrossel” do SBT, promoverá a discussão à Inclusão Social por meio do personagem cadeirante, Tom (inspirado no boneco Tonzinho do Teleton).
Sobre o ator João Lucas Takaki: Estreante na TV, João Lucas tem nove anos e viverá na trama a experiência que ele mesmo tem na vida real.
 “Não somos coitadinhos. Com a novela, conseguiremos mostrar para o público que a inclusão social é fundamental e que a criança, que tem a oportunidade de conviver com as pessoas com deficiência, acaba sendo mais crítica com os locais que não são acessíveis. Poderemos mostrar também que um cadeirante pode ter uma vida normal. A cadeira de rodas não passa de um acessório, que ajuda na locomoção, não é um motivo para a exclusão”.
João Lucas conta também que já sofreu discriminação. Segundo ele, uma agência de modelos não o aceitou por ser cadeirante, e outra disse que ele só poderia ser modelo fotográfico de rosto.
Estudante da quarta série, Takaki, nas horas vagas, gosta de jogar videogame e ir ao shopping e à praia.
Sobre o personagem Tom:
Tom ficou paraplégico depois de um acidente de carro que matou seu pai.
Sua mãe Glória (vivida pela atriz Tereza Villela Xavier), é a nova professora de inglês da Escola Mundial. Tom vive recluso em casa, sempre fica observando as pessoas pela janela e tem medo de ser motivo de chacota para as outras crianças por não poder brincar, correr e andar com as mesmas.
Ele é descoberto pelos alunos do terceiro ano e é encorajado a sair de casa. Depois de ganhar confiança e fazer grandes amigos, ele vai estudar na Escola Mundial.
De acordo com a assessoria do SBT as cenas de João Lucas irão ao ar por volta do capítulo 100, que de acordo com minhas contas feitas, devem ser exibidas na primeira semana de outubro.
Dicas para se relacionar bem com pessoas com deficiência física (Fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida):

  • Não se apóie na cadeira de rodas, isso pode causar algum tipo de incômodo à pessoa com deficiência, que têm neste equipamento a complementação da sua mobilidade.
  • Use palavras como “correr” e “andar” naturalmente, as pessoas com deficiência física também utilizam estes termos.
  • Para conversar com uma pessoa em cadeira de rodas, caso a conversa seja prolongada, sente-se para ficar no mesmo nível de seu olhar.
  • Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão e perguntar como deve proceder.
  • Se estiver acompanhando uma pessoa que anda devagar, procure acompanhar o seu ritmo.
  • A pessoa com paralisia cerebral pode apresentar alguma dificuldade na comunicação; no entanto, na maioria das vezes o seu raciocínio está intacto. Caso não compreenda o que diz, peça que repita, ou escreva, respeitando o ritmo de sua fala.
E lembre-se: A informação é fundamental para vencermos as barreiras do preconceito e da discriminação. Ao buscarmos a informação, exercitamos o respeito à diversidade humana. Munidos de informação, descobrimos que a maior barreira em relação às pessoas com deficiência é a nossa própria atitude!
Parabéns a Íris Abravanel, ao elenco de Carrossel e ao SBT.
Vamos combater a discriminação de pessoas com deficiência!
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Gravatas: Use a Abuse

Gravata!
O dicionário Aurélio define gravata como uma tira de tecido que se passa à volta do pescoço, geralmente sob o colarinho da camisa, e que se ata em nó ou laço à frente.
Longe de questionar a brilhante descrição do termo gravata do famoso dicionário, para mim gravata é mais que uma tira de tecido que envolve o pescoço: Gravata significa estilo, elegância e bom gosto.
E para saber como, onde e  porque usá-la, compartilho com vocês um pouco mais sobre a Gravata:
Peça de vestuário masculino, mas também usado por mulheres. O termo gravata deriva do francês “cravate”, que por sua vez é uma corruptela de “croat”, em referência aos croatas, que primeiro apresentaram a indumentária à sociedade parisiense.
História (parte extraída da Wikipédia):
Provavelmente, a primeira utilização de objetos de forma semelhantes às gravatas hoje conhecidas foram identificadas entre os egípcios. Até uma época recente, imaginava-se que os romanos fossem os pioneiros no uso da gravata, como ilustra a famosa coluna de Trajano, em que pode ser visualizada ao nível do pescoço uma peça semelhante à gravata, conhecida como focale.
“Por volta do ano 1635, cerca de seis mil soldados e cavaleiros vieram a Paris. Entre eles, estava um grande número de mercenários croatas. O traje tradicional destes soldados despertou interesse por causa dos cachecóis incomuns e pitorescos enlaçados em seu pescoço. Os cachecóis eram feitos de vários tecidos, variando de material grosseiro para soldados comuns a seda e algodão para oficiais”. Os franceses logo se encantaram com esse adereço elegante e desconhecido, que chamaram de cravat, que significa croata. O próprio rei Luis XIV ordenou que seu alfaiate particular criasse uma peça semelhante ao dos croatas e que a incorporasse aos trajes reais.
Desde então a gravata tem sido copiada e usada por homens (e mulheres) em todo mundo.
Tipos: Gravata tradicional, gravata borboleta e gravata skinny (também conhecida como gravata slim).
Como usar: Podemos usá-las com e sem terno, com e sem suspensório e até com Jeans e blazer.
Aproveito a ocasião e informo a todos que sou representante de gravatas e tenho várias, de cores e padronagens, tecidos e preços diferentes.
Entrego para todo o Brasil, no atacado e varejo. Interessados poderão entrar em contato através do meu twitter (@thipernebrasil) ou deixando comentários aqui no blog.
Num próximo post, prometo mostrar como fazer combinações diversas com gravatas, que eu uso e abuso.
E você, o que acha? Gosta de gravata? Não deixe de comentar.
Um forte abraço!
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