|
É comum as pessoas fazerem resoluções/ planos para o ano seguinte. Creio eu, que o mais comum ainda é grande parte dessas pessoas não fazerem ou nem se esforçarem a colocar em prática o que se planejou. E hoje, como diz a vinheta de fim de ano da #RedeGlobo é um novo dia. E é o dia de prometer criar vergonha, de arrumar um novo emprego, um (a) nova (o) namorada (o), de ser um amigo (a) melhor, de estar mais com a família, de não trabalhar tanto para nada, de fazer a vontade de Deus ou de fazer o bem ao próximo. Ou de fazer planos para casar, viajar mais, comprar um carro ou uma casa.
Não há nada de ruim em fazer planos e não tenho absolutamente nada contra quem os faz. Mas apenas acho que está na hora de colocar em prática as promessas que você fez a 5, 10, 15 fins de anos atrás. Está na hora de se concentrar no “novo dia, no novo tempo”, hoje e agora todos os dias.
Não precisamos esperar um novo ano para buscarmos melhorias para nossa vida e de nossos ente queridos e amigos. Não precisamos também esperar um novo ano para desejar que estes sejam felizes e tenham abundância de saúde. Não precisamos esperar um novo ano para sermos pessoas melhores. Devemos lembrar que a verdadeira felicidade deve ser buscada hoje e realmente hoje é o novo dia, um novo tempo. Sonhe, planeje mas faça valer a pena. Façamos o melhor a todo momento: e sim abrace, ame. Seja feliz hoje!
Thiago Perné Santos |
Férias 2013 – (Brasília, Campo Grande e Pontaporã)
Chegando na Rodoviária por volta da meia noite, compramos as passagens para Pontaporã – Via Expresso Queiroz (R$ 65,7). Chegamos a Pontaporã as 06h30min.
Site: hoteleiruzu.blogspot.com / www.grupointerhoteis.com.br
Das séries que amamos: Friends – A melhor série do Mundo.
Uma das séries de maior sucesso do mundo e eleita uma das mais assistidas e lucrativas da época.
Entrevistas Interessantes:
3) Morgan Fairchild: Nora Bing – As plásticas da mãe de Chandler Bing.
Férias 2013 – (Goiânia a Brasília)
A primeira foi para o Paraguai/ Argentina.
Fazendo um longo, mas cansativo percurso: Saindo de Goiânia de ônibus, chegando à Rodoviária de Brasília, pegando Metrô e ônibus até o Aeroporto de Brasília com destino a Campo Grande. Vamos para os detalhes, tempo e quantia gastos em cada trecho?
1ª Trecho: 29/08/2013 – (Quinta-feira)
1 –
Goiânia x Brasília
Via Viação Araguarina – R$ 48,00 (Executivo)
Horário de Saída: 10h00min
Café da Manhã no Araguaia Shopping – R$ 7,55
2 –
Horário de Chegada: 13h00min
Almoço no Subway do Park Shopping – R$ 15,90
Da Rodoviária Interestadual você verá a Estação Shopping, logo ao lado.
Na Estação Shopping, pegue qualquer metrô no sentido Central. – R$ 3,00
Desça na segunda parada, na Estação 114 Sul.
Ônibus Executivo nº. 113 – R$ 8,00 (Levou cerca de 50 min para passar)
Outra Opção: O micro-ônibus nº. 11 para na saída “Eixo L”, que é a primeira saída do corredor à esquerda.
– Importante saber antes qual Terminal de Embarque que você tem que descer. Por exemplo: Azul é no Terminal 1 e Tam e Gol e demais cias no Terminal 2. Que são muito distantes uma da outra. Não sabíamos disso e fizemos uma longa e cansativa caminhada para chegar ao Terminal 2.
– Reclamação: Cerca de 25 min aguardando na fila o Checking na TAM. Demorou demais.
Água – R$ 2,00
Lanche no BomBocado do Aeroporto Internacional JK (Empadão de Camarão + Coca) R$ 16,00
26 de Setembro é o Dia do Surdo
Todas as conquistas e avanços obtidos só reforçam a importância da existência do Dia do Surdo, para comemorar o que já foi conseguido e, principalmente, para lembrar que ainda se tem muito a lutar!
Abraços!
Nova Coleção: Tríade Jeans – Larissa Manoela e Thomaz Costa
Dicas de Carreira: Lidar com a Raiva no Trabalho
1. Respire fundo
2. Caminhe
3. Mude de perspectiva
4. Sorria
5. Converse sobre isso
Dica/ Item de Desejo: Trench Coat
A dica de moda de hoje é também um item de desejo. Quero por quero um, e assim indico a todos que querem fazer bonito no inverno.
É verdade que aqui no Brasil, e boa parte o inverno passa quase despercebido, mas mesmo assim se o frio “bater” o uso está liberado e você nem vai parecer o “esquisitão”. Mas se na sua região faz muito calor, quando for viajar para um lugar mais frio o uso está liberado, inclusive para as mulheres.
As mulheres podem usar com vestido, saia, calça alfaiataria e até com Jeans e arrematar com tênis, salto e bota. Os homens eu indico também com calça alfaiataria, jeans, camiseta, camisa, gravata e cachecol e nos pés tênis (de bom gosto), chelsea boot (botas), e sapato social, quem sabe…
“Olhaí” que legal:
Espero que tenham gostado do post, e fico por aqui relembrando meu instagram: @thiagoperne e meu twitter @thipernebrasil e @trendtudo.
Blog: Amanhã Vou assim!
Belo Horizonte: Capital Inclusiva
Olha que notícia legal que recebi de um colega surdo do Pará. Valeu Davison!
As mãos que “falam” e tentam se fazer entender são de Laís Drumond. A atriz de 29 anos, surda desde o nascimento e filha de pais ouvintes, não se intimida em buscar informações, andar de ônibus, recorrer à Justiça ou abrir conta em banco. Mas nem sempre essas tarefas que fazem parte do dia a dia da maioria das pessoas são tão simples para Laís. Assim como ela, muitos surdos voltam para casa em Belo Horizonte frustrados ao buscar de atendimento por não conseguirem se comunicar com os ouvintes. Isso porque, além da dificuldade de audição, muitos têm o desenvolvimento da fala afetado, e sem o acompanhamento de um intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) não conseguem ser entendidos.
Mesmo depois de 11 anos de oficialização do método, a primeira língua para surdos, quem convive com a deficiência relata os muitos desafios ainda a vencer. Na capital, são 4.557 pessoas surdas e 107.046 com alguma deficiência auditiva, segundo dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Juntas, representam 4,5% da população da cidade.
A falta de compreensão sobre a língua do deficiente auditivo se repete a cada esquina em que ele precisa sair do seu mundo silencioso e trocar informações. O Estado de Minas foi às ruas com Laís Drumond para testar atendimentos e constatou as dificuldades enfrentadas no comércio, em órgãos públicos estaduais e municipais e na Polícia Militar. O problema é o mesmo: não há pessoas com conhecimento em Libras para atender deficientes auditivos.
A ausência de intérpretes começou na primeira parada: a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) Praça Sete, onde Laís pediu informações a uma funcionária sobre emissão de certidão de nascimento. “A funcionária tentou sinalizar, mas ficou nervosa e sorrindo, ao contrário da expressão facial firme, que o surdo precisa para entender uma mensagem. Por fim, ela disse que era difícil, que não me entendia”, relatou Laís.
Segundo a atriz, a atendente ainda arriscou com o sinal de “nascer””em Libras, mas não sinalizou a palavra documento nem soube explicar o valor e o procedimento necessário para emissão. A “conversa” terminou em papel e caneta. “Todos os dias, eu e meu marido chegamos com pilhas de papéis em casa, como todos os surdos”, reclama. Segundo o coordenador da unidade, Eliel Benites, os funcionários da recepção e do serviço Posso Ajudar estão recebendo treinamento uma vez por semana, há cerca de três meses. Ele fala dos avanços, mas reconhece: “Ainda estamos em fase inicial”.
No terminal rodoviário, não foi diferente. O teste foi feito nos guichês de duas empresas de viagens, mas em ambos houve decepção. Na primeira, o pedido era para uma passagem com destino a Niterói (RJ). Poderia ter sido qualquer trecho que Laís não teria sido atendida, já que a funcionária foi clara. “Eu não te entendo”, disse em meio a risos. Ela tentou ser solícita e pediu que a atriz escrevesse seu pedido. Só assim houve comunicação. No segundo caso, Laís afirmou que não sabia escrever. Desse modo, mesmo tendo sinalizado para três funcionários sua intenção de comprar um bilhete para São Paulo, não houve sucesso na tentativa. Ela foi encaminhada ao setor de informações da rodoviária, onde também não havia intérpretes.
O teste para fazer uma simples compra acabou em transtorno também. Imagine explicar ao vendedor o desejo de comprar um sapato vermelho, de salto alto, pago em quatro vezes no cartão e sem juros. Mesmo com todo o esforço do atendente Janiel Salvador, de 22 anos, em acertar na cor, a forma de pagamento não foi compreendida. “Ela é esperta. Se comunica bem. Mas não entendo a linguagem dos surdos”, disse Janiel. O gerente da loja, Geovane Gonçalves, reconhece o problema: “Talvez seja a hora de buscar a capacitação”.
POLÍCIA MILITAR
Uma experiência positiva surpreendeu Laís em sua luta diária. Ao pedir uma informação a um militar no Centro da capital, ela foi prontamente atendida pelo soldado João Luiz Chagas, da 6ª Cia. do 1º BPM, que estuda comunicação assistiva na PUC Minas. “Foi a única situação em que me senti bem, porque pude me comunicar sem dificuldade”, disse a atriz. O interesse do soldado pelo curso surgiu da demanda diária da população deficiente. “Tenho contato com cegos, surdos e pessoas com deficiência física. Preciso estar preparado para atendê-los”.
Mas chamar a polícia é um problema para os surdos. A queixa é sobre a falta de intérpretes e atendimento por telefone. “Nos comunicamos por mensagem de celular. Aí, eles retornam a ligação. Do que adianta?”, cobra Laís. O chefe da Sala de Imprensa da PM, major Gilmar Luciano Santos, informou que policiais não têm formação em Libras, à exceção dos militares do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). A capacitação estava prevista, segundo ele, no pacote de cursos que serão ministrados aos policiais até a Copa das Confederações.















