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Falante: histórias de um menino com TDAH

Obra explica como é a mente de crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Elétrico”, em 2019. “Distraído”, em 2020. “Falante”, em 2021. O capítulo final da trilogia com histórias de Bernardo, uma criança com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) retrata a evolução do personagem ao longo dos anos.

Mas você sabe o que é TDAH? É um transtorno neurobiológico, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo até a fase adulta. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 4% da população adulta mundial têm o TDAH. Só no Brasil, atinge aproximadamente 2 milhões de pessoas adultas.


O livro “Falante”, do jornalista Eduardo Ferrari, lançado virtualmente pela Literare Books International em parceria com a EFeditores, na data em que a conscientização para o tema é lembrada mundialmente (13 de julho), aborda de forma lúdica e atual o TDAH com diversas histórias, que explicam como funciona a mente de crianças com o transtorno. As ilustrações são de autoria do renomado artista plástico, Paulo Stocker.

A obra é a terceira da trilogia do pequeno Bernardo e baseada nas experiências reais do autor, que também é portador de TDAH tardiamente diagnosticado, que viu a história se repetir com seu filho caçula, vítima de preconceito e decidiu usar a literatura para combatê-lo.

Um livro para crianças hiperativas, que irão se identificar com a obra e para os pais delas, que encontrarão nas páginas uma ferramenta para entender como funciona o cérebro de seus pequenos.

Sobre o autor
Eduardo Ferrari – Jornalista e escritor dos livros “Elétrico” (2019), “Distraído” (2020), “Mineiros na Copa” (2015), “Interlocutores” (2010), “Só em Beagá” (2008) e da adaptação cinematográfica de “O segredo de Luísa“, best-seller de Fernando Dolabela.


Falante
Autor: Eduardo Ferrari
Literare Books International – 1ª edição – 64 páginas – 2021
Formato: 14 x 21 cm 
Categoria: Ficção/ Literatura Infantojuvenil
ISBN: 9786559220687
Loja Literare: https://bit.ly/FalanteLoja

A 2.ª Convenção de Multicolecionismo na Vila Cultural

No último domingo, 15 estive presente na Vila Cultural Cora Coralina para visitar os amigos multi colecionadores do estado de Goiás, e posso dizer que a 2.ª Convenção de Multi colecionismo cresceu e apareceu.

Vejam só, todos os Colecionadores da vez e suas famílias.

Com Alexandre Mendes, que juntamente com Murilo Damaso idealizou o evento.

Vamos as fotos das mesas e coleções dessa turma maravilhosa, bem como momentos que ficarão para a história do Colecionismo em Goiás? E já adianto cada coisa de babar!

 

 

E é isso, que é colecionismo galera, e é isso que foi a 2.ª Convenção de Multi colecionismo de Goiás,.

Em resumo: Muito companheirismo, fazer novos amigos e reencontrar os velhos, reunir os familiares, esposas e namoradas. Muita gargalhada e um bom ambiente. Com certeza, só boas lembranças é que o temos pra hoje!

Fotos: Murilo Damaso.

Veja também: 

Colecionismo: Minha paixão por Volkswagen!

Veja a reportagem da PUC TV GOIÁS:

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Rafael Magalhães e o seu Precisava Escrever

Pra quem não conhece Rafael Magalhães eu posso falar que o goiano é o autor dos textos e gerenciador de todas as suas redes sociais Precisava Escrever, Que o seu trabalho fala de otimismo, amor, alegria e também até de tristezas e decepções. E que ele tem milhares de leitores e admiradores do seu trabalho por todos os cantos do país. E que o seu primeiro livro por exemplo, também intitulado PRECISAVA ESCREVER, e esteve na lista dos livros independentes mais vendidos do Brasil. E que suas redes sociais contam com milhares de seguidores. 

 

Meses atrás foi inaugurada a sua loja Precisava Escrever do Shopping Passeio das Águas. E ontem estive lá, vamos conhecer esta linda loja?

E como eu dizia, eu estive lá e pude conhecer o Rafael Magalhães, para um abraço, uma foto e um autógrafo:

A prosa foi breve mas valeu a pena, e até pude aproveitar a ocasião para falar do blog e incentiva-lo a aprender a Língua de Sinais.

Obrigado Rafael, aquele abraço!

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Um dos maiores desafios da minha vida é o tema da redação do ENEM 2017

Como muitos já sabem, o primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017 teve questões de humanidades com carga de leitura e exigiu dos candidatos conhecimentos de história, geografia, filosofia, sociologia e até atualidades.

A polêmica da vez foi o tema da redação, que foi “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”.

A prova teve quatro textos motivadores, sendo que um deles incluiu dados sobre o número de alunos surdos na educação básica entre 2010 e 2016. Outro apresentou um trecho da Constituição Federal afirmando que todos têm direito à educação, com já falamos aqui. Um terceiro mostrou aos candidatos a lei de 2002, que determinou que a Língua brasileira de sinais (Libras) se tornasse a segunda língua oficial do Brasil.

O tema causou polêmica, mas eu não entendi o motivo, já que a redação do Enem costuma funcionar como forma de conscientizar as pessoas sobre o tema escolhido. Ou seja, as famílias, país afora, discutem o assunto que caiu na prova. É o que aconteceu com a questão da persistência da violência contra a mulher, por exemplo.

Mas pelo que vi, e fiquei indignado é que para muitos não é tão importante o fato de que os surdos terem vencidos barreiras, e lutaram para terem acesso a educação, onde até certo período, nem direito de ir a escola tinham já que eram considerados “incapazes’, ou de sofrerem o bullying e o preconceito, ou serem ignorados pela família e a sociedade e ainda hoje seguirem excluídos na escola e mercado de trabalho, mesmo que tenham a capacidade e formação educacional, necessária ou mesmo tendo um excelente rendimento como pessoa ouvinte, assunto que também já discutimos aqui.

Não podemos negar que houve avanços nas leis inclusivas no Brasil, e que estamos caminhando para um país “igual para todos”. Sim, as leis existem, e até impulsionou as matrículas dos estudantes com deficiências, por exemplo, que praticamente dobraram. Porém muita coisa está longe de se tornar realidade, sair do papel, já que construir uma educação ou mercado de trabalho inclusivo vai muito além da mera criação de vagas.

Um exemplo disso, e é que eu passei e ainda passo por isso, é que ocorre com todos surdos: embora muitos tenham passado a frequentar a escola regular, ou trabalhar numa empresa que respeita a lei de cotas, é comum que os professores, empregadores e a maioria dos estudantes e colegas de trabalho não dominem a Língua de Sinais, o que coloca em risco a socialização. Não falar a língua do outro é uma forma velada de desprezo e rejeição: o surdo até está no mesmo espaço, mas não é devidamente atendido ou respeitado. De fato, eu que vos escrevo me sinto transtornado pelo despreparo da sociedade em relação a isso, das escolas que estudei e dos lugares que trabalhei e até daqui onde hoje trabalho.

Para parafrear, cito as palavras da colunista Andrea Ramal: “Para que a educação e o mercado de trabalho seja inclusivo de fato, é preciso adaptar a infraestrutura das empresas e escolas, e que estas precisam contar com recursos multifuncionais e serem planejadas com acessibilidade arquitetônica e tecnológica. Além disso, é necessário a capacitação dos ouvintes para aprimorar as práticas necessárias, de forma que o ambiente seja um ambiente de oportunidades reais para todos”.

Já em relação, a vagas e estações de trabalho para surdos, falamos com o jovem Enzo Matheus, de 20 anos, que fez a redação do ENEM ontem, no estado do Ceará. Segundo ele, é necessário não apenas ampliação de ofertas de empregos, mas também projetos sociais envolvendo os surdos e a Língua de Sinais, de modo que também que envolva toda a comunidade. Para ele seria uma forma de intensificar as relações interpessoais de surdos e ouvintes.

De fato, a principal mudança está na atitude da comunidade. Teremos escolas e empresas inclusivas quando todos os que fazem parte destes – acreditarem que no convívio com os “diferentes” poderemos aprender, nos tornamos pessoas melhores, mais sábias, tolerantes e talvez até capazes.

É juntos com os surdos e demais pessoas com deficiência, que iremos construir oportunidades, e assim uma nova sociedade mais justa possa começar.

 

Gostou do texto?

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Das Séries que Amamos: “Anne com E”

No fim do século 19 viveu uma menina linda, doce, inteligente, leve, faladeira e otimista chamada Anne.

Anne começa a série na expectativa ser amada e feliz. – Imagem: Netflix/Divulgação

Anne é personagem da nova série da Netflix: “Anne with an E” da obra “Anne of Green Gables”, no qual contamos nossa impressão agora, e já avisamos para que não esqueça, que ao ler Anne, você deve pronunciar ” E”, no final. Recado dado, vamos nos apaixonar?

Tudo começa quando a orfã Anne Shirley, chega a Ilha de Príncipe Eduardo, no Canadá, onde viverá com sua nova família adotiva.

Mas não pense que é uma família comum de marido e mulher. Na verdade trata-se de um casal de irmãos Matthew e Marilla, que estão já idosos e que nunca tiveram filhos. E com a idade, resolvem adotar um menino para ajuda-los nas tarefas da propriedade rural onde vivem.

Imaginem a surpresa e a decepção ao descobrirem que na verdade não veio um menino e sim a doce e sorridente menina Anne (com E), que mal pode acreditar que terá uma família, um lar eque  se belisca o tempo todo para ter certeza que é a realidade. Mas na estação, Matthew encontra a menina e não tem coragem de desfazer o mal-entendido.

A família unida – Imagem: Netflix/Divulgação

Chegando na casa, Marilla é resistente à presença de Anne. Mas, com o passar dos dias, ela se encanta com a menina, que faz de tudo para ser aceita como membro da família.

A inteligência e a grande imaginação de Anne são os pontos altos da série, e vão além da relação de afeto entre ela e os novos “pais”. Ainda assim nem tudo são flores, até porque Anne detesta seu cabelo ruivo, suas sardas e sofre bullying de todos, inclusive na escola, e pelo próprio padre da cidade por ser órfã, pobre ou os cabelos vermelhos demais.

Aos poucos, a menina ganha a confiança do povo da cidade, e consegue evitar que um incêndio tome proporções assustadoras, salva uma criança doente e ajuda a impedir a falência da propriedade da família. Mostrando que o otimismo sempre é necessário para lidar com as dificuldades da vida. Anne é Show, e é um exemplo de como devemos levar a vida: Com alegria, esperanças e muito amor e imaginação: Viva Anne!

Anne, 2017 – Canadá

Elenco: Amybeth McNulty, Geraldine James, R.H. Tomson, Dalila Bela, Corrine Koslo, Aymeric Jett Montaz, Helen Johns, Lucas Jade Zumann, Christian Martyn & Kyla Matthews

Direção: Niki Caro, David Evans, Paul Fox, Sandra Goldbacher, Patricia Rozema, Helen Shaver & Amanda Tapping

Roteiro: Moira Walley-Beckett

Fotografia: Bobby Shore

Agradecimentos: Ao meu amigo Wemerson Cláudio que me indicou a série, obrigado!

Veja também: 

Das séries que amamos (?) – 13 Reasons Why

 

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Viva São Paulo – O MASP é cultura!

Fundado em 1947, por iniciativa de Assis Chateaubriand, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (mais conhecido como MASP) é uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Localizado na cidade de São Paulo, em plena Avenida Paulista, em um edifício famoso pelos quatro enormes pilares vermelhos.

Ao longo de sua história, destacou-se por uma série de iniciativas importantes no campo da museologia e da formação artística, bem como por sua forte atuação didática, possuindo a mais importante e abrangente coleção de arte ocidental da América Latina evidenciando obras relativas a artes italiana e francesa.

Eu e o lindo e famoso Renoir (francês, 1841-1919). Rosa e Azul, 1881.


No primeiro e segundo andar, está exposto o acervo do Masp, que embora seja um museu especializado na história da arte internacional, o acervo do MASP conserva momentos de grande intensidade das artes no Brasil, como Aleijadinho, Pedro Américo, Almeida Júnior, Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho, Cândido Portinari, entre outros.

1º andar do MASP – Foto: Eduardo Ortega/Reprodução

2º Andar – Foto: Eduardo Ortega/Reprodução.

Estive em março lá e no subsolo, está a exposição de Agostinho Batista de Freitas. Lindos quadros da Avenida Paulista e Cidade de São Paulo, mas com evidência o MASP. Linda que vale a pena a visita, e foi a parte que mais gostei, vamos aos flashes?

Foto: Blog dos Pernés.

Estádio do Pacaembu por Agostinho.

Avenida Paulista e a linda São Paulo.

A exposição faz parte do “AVENIDA PAULISTA” que também está no primeiro andar, porem com obras de outros artistas.

Masp – masp.art.br

Endereço
Avenida Paulista, 1578 CEP 01310-200 Bela Vista – São Paulo – SP

Horários
Terça a domingo: 10h às 18h (bilheteria aberta até 17h30)
Quinta-feira: 10h às 20h (bilheteria até 19h30)

Ingressos

R$ 30 inteira e R$ 15 Meia

Veja também: 

A acessibilidade da Pinacoteca

Silvio Santos vem aí!

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A acessibilidade da Pinacoteca

  1. Já conhecem a Pinacoteca de São Paulo?

Trata-se de um Museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo é o museu de arte mais antigo da cidade. E é um prédio conservadíssimo e lindo por fora. Além de ser recheado de obras maravilhosas pode dentro.

Sobre o acervo original da Pinacotec, ele foi formado com a transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo de importantes artistas da cidade. Com o passar dos anos formou um significativo acervo, com quase 10 mil obras.

Já fui lá duas vezes e quero voltar mais. Pois estou sempre descobrindo e conhecendo obras que não tinha visto. Alem disso, há o espaço para as exposições por temporada. De modo que sempre terá algo novo para ver.

Pina para Todos

Em outro post quero contar mais sobre algumas obras. Hoje quero enfatizar na parte educacional e inclusiva do Museu.

Então, eles tem o Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE). A Pinacoteca busca promover o acesso de grupos de pessoas com deficiências sensoriais, físicas, intelectuais e transtornos mentais à Pinacoteca, por meio de uma série de abordagens e recursos multissensoriais.

As visitas educativas são realizadas por educadores especializados, inclusive em Libras – Língua Brasileira de Sinais, por uma educadora surda.

O PEPE também realiza cursos de formação para profissionais interessados em usar a arte e o patrimônio como recursos inclusivos e desenvolve publicações para o público deficiente visual e auditivo.

Para garantir a autonomia de visitação ao público com deficiência visual, foi desenvolvida a Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras e um vídeo guia para o público surdo.

Se uma obra conter esses símbolos, oba é inclusivo. Ou seja há informações em língua de sinais em vídeo para os surdos, e em áudio para os cegos ou para quem quiser ouvir.

Saiba mais sobre o PEPE.

Veja também:

Silvio Santos vem aí!

 

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#PartiuCinema – Guia de estreias em 2017

Pipoca, “guaraná”, cinema. — Alguém mais se identifica? Então, em 2017, tem mais um Transformers, Homem Aranha e Stars Wars. Mas hoje quero falar de alguns que venho aguardando para o primeiro semestre e que espero que superem minhas expectativas. Vamos lá?

  • A grande muralha (23 de fevereiro): Matt Damon é o protagonista William Garin, e demonstra que filmes de ação e aventura são seu forte. Seu personagem é um mercenário europeu em busca de pólvora, e acaba que ajudam os chineses a vencer criaturas mitológicas. A trama conta também os segredos obscuros por trás da construção da Muralha da China, no século XV. Com Matt Damon, Willem Dafoe e Jing Tian.
  • Power Rangers (23 de março): Em 124 minutos, os 5 jovens corajosos, lutam contra as forças do mal. A nova versão de Power Rangers no cinema terá Dacre Montgomery como Ranger Vermelho, Naomi Scott vive a Ranger Rosa; Ludi Lin interpreta o Ranger Preto, a cantora Becky G faz a Ranger Amarela, RJ Cyler interpreta o Ranger Azul.

Imagem: Reprodução

                Elizabeth Banks é a vilã Rita Repulsa e Bryan Cranston será Zordon. Bill Hader vai viver Alpha, o robô ajudante dos                Rangers.

  • Cora Coralina (30 de março): Sim a história da escritora e poeta goiana Cora Coralina, uma mulher que trabalhou como doceira durante quase toda sua vida, apenas publicando seu primeiro livro aos 75 anos de idade. No entanto, nem mesmo todos os anos de espera a impediram de se tornar uma das autoras brasileiras mais importantes de sua geração. O filme dirigido por Renato Barbieri conta, com outras três atrizes que se revezam no papel de Cora. Camila Salles, faz o papel de sua trisavó aos 5 anos. Maju de Souza é Cora aos 14 e Camila Márdila (premiada em Sundance), aos 21. Há ainda uma personagem mais etérea, que é protagonizada por Teresa Seiblitz e Walderez de Barros.
  • Vingadores 3 (26 de abril): A franquia da Marvel continua, dessa vez com uma nova formação. Com Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Chris Evans, Scarlett Johansson, Elizabeth Olsen e grande elenco.
  • Extraordinário (11 de maio): Do livro de R. J. Pallacio, com mais 500 mil cópias vendidas só no Brasil, o livro conta a história de August Pullman (Jacob Tremblay) que nasceu com uma deformação facial, e tem um aparência incomum, apesar de varias cirurgia. Com 10 anos, pela primeira vez ele frequentará uma escola regular, e tem uma missão nada fácil: vencer o bullying, o desprezo e as barreiras impostas pelo preconceito, e ainda convencer a todos da escola que apesar da aparência incomum, é um garoto como qualquer outro. Também com Julia Roberts, Owen Wilson e a brasileira Sônia Braga.

Imagem: Reprodução

  • A mulher maravilha (20 de junho): A “princesa das Amazonas”, uma guerreira forte é imbatível sai de sua terrra, para parar uma grande guerra no mundo. Usando todas suas forças ela descobre sua verdadeira missão na terra. Com Gal Gadot, Cris Pine e Robin Wright.
  • Toy Story 4 (20 de Junho): Woody, Buzz e seus amigos brinquedos em uma nova aventura, numa sequencia independente. Com voz Tom Hanks, Tim Allen, Don Rickles e Laurie Metcalf irão reprisar seus respectivos papéis de Woody, Buzz Lightyear, Sr. Cabeça de Batata. e Patricia entra com uma nova personagem.

E vocês, o que esperam para 2017?

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354 anos dos Correios no Brasil e o Dia do Carteiro

Era o ano de 1500, e dificilmente não seja do conhecimento de todos nós brasileiros, que Pedro Alvares Cabral, chegou ao Brasil. E que nos primórdios dos serviços postais no Brasil reportou-se a Portugal – a “certidão de batismo do Brasil” a carta de Pero Vaz de Caminha, que anunciou ao rei  o descobrimento da nova terra.

O que talvez não saibam, é que naquela época, em tempo de viagens e notícias lentas, veio então alferes João Cavalheiro Cardoso a tomar efetivamente posse do cargo de auxiliar do Correio-Mor no Rio de Janeiro em 30 de julho de 1663. Nesse ano, desse modo, iniciou-se oficialmente o serviço postal no país. Mas por uma tradição que se consolidou no século XX, fixou-se a data de criação do Correio-Mor no Rio de Janeiro, comemorada em 25 de janeiro.
Outro fato bastante interessante, é que o mensageiro Paulo Bregaro, entregou a D. Pedro I, no dia 7 de setembro de 1822, a correspondência da Imperatriz Leopoldina informando sobre novas exigências de Portugal com relação ao Brasil. Ás margens do Riacho do Ipiranga, D. Pedro a recebeu e reagiu às imposições da Corte e declarou no ato a Independência do Brasil, associando assim os Correios a um dos mais importantes momentos brasileiros.
Prêmios: Mensalões e reclamações ficam a parte neste momento, pois a Empresa vem recebendo consecutivamente prêmios desde 2002 (pela 14ª vez) como a instituição mais confiável do Brasil, graças o empenho de mais de 115 mil funcionários. Instituição que pela grandiosidade posso afirmar que tenho orgulho de fazer parte.

Dia do Carteiro – Imagem: Reprodução

Dia do Carteiro: Sim, e é hoje, dia 25 de janeiro, que os Correios comemoram os 354 anos de serviço postal no Brasil e é também, a data dedicada ao profissional responsável pela credibilidade e reconhecimento da população à instituição: o Dia do Carteiro. E de tantos empregados, mais de 50% (58.680) são carteiros, profissionais responsáveis e comprometidos com a entrega de bilhões de objetos postais em todos os cantos do país, atividade com desempenho reconhecido por variadas premiações e pesquisas. Em Goiás, são aproximadamente 1.700 carteiros.  tanto no Brasil quanto em Goiás o número de mulheres na profissão é de em média 10% do efetivo. A todos eles, bravos homens e mulheres, eu desejo o melhor, o reconhecimento, a confiança e respeito, além de melhores condições de trabalho e muitas alegrias no trabalho, sempre!
Agradecimentos: Assessoria de Comunicação dos Correios em Goiás, pelas informações.
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Língua de Sinais para o seu bebê!

Em parceria com a nossa amiga virtual Fernanda Bastos, lá do Instagram, que mora em Lisboa/ Portugal, hoje vamos falar da Língua de Sinais para bebês.

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E sabe o diferencial? Você e seu bebê não precisam ter problemas auditivos. Vamos saber mais?  Ela conta tudo pra gente:

Objetivos: Os principais objetivos da Língua de Sinais para Bebês são facilitar a comunicação entre pais e bebês, e diminuir a frustração do bebê. Por isso não importa se você decidir ensinar para o seu bebê sinais baseados em ASL (Língua de Sinais Americana), na LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) ou se você até mesmo inventar alguns sinais. A técnica e os princípios são os mesmos: diversão, repetição, motivação e expansão.

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Vantagens: A Língua de Sinais para Bebês requer habilidades motoras básicas para que o bebê possa fazer os sinais. Ao ensinar essa técnica para o seu bebê, você ganha mais ou menos um intervalo de 1 ano no qual você pode se comunicar com o seu bebê através de sinais, enquanto ele ainda não aprende a falar. À medida que os bebês vão aprendendo a falar, eles naturalmente vão deixando de se comunicar através de sinais e a fala se torna a sua forma dominante de comunicação.

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Porém, se você decidir continuar ensinando para o seu bebê a Língua de Sinais, mesmo depois que ele aprenda a falar, isso terá 2 vantagens principais: (1) seu filho irá aprender uma segunda língua, o que será muito bom para o currículo acadêmico dele no futuro e (2) ele também irá desenvolver a capacidade de se comunicar com pessoas com deficiência auditiva. Não é demais?

Para saber mais:

  • Siga o Instagram: @maozinhasquefalam

 

Leia também: 

Compreendendo o mundo dos diferentes.

Meu mundo Inclusivo.

Ser Surdo: A Vida como ela é! 

 

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